viernes, 26 de febrero de 2010

Javier Bolaños, Técnico de Capoeira Deportiva , Delegado Regional de Castilla y León -Agrupación Española de Capoeira

Ayuntamiento de León -España
Concejalía de Deportes
Javier Bolaños, Profesor de Educación Física y Monitor de Capoeira , Delegado Regional de Castilla y León -Agrupación Española de Capoeira
¿POR QUÉ CAPOEIRA PARA NIÑOS Y NIÑAS?
La capoeira posee múltiples cualidades para el desarrollo y maduración de los niños y niñas endiferentes ámbitos.En el ámbito psico-físico, a través de la práctica de la capoeira desarrollan la fuerza, la flexibilidad, la velocidad y la precisión, en función de sus capacidades, en todos y cada uno de los movimientos realizados, teniendo en cuenta las características individuales de cada alumno/a.Además, estos movimientos les facilitan la transferencia a otros deportes o actividades de la vida. A nivel cognoscitivo, el material utilizado y la forma de trabajo de la Federación Internacional permiten que los niños/as desarrollen la capacidad de dirigir sus acciones y movimientos hacia un objetivo concreto, tomando conciencia de su propio cuerpo y la relaciónde éste con el medio que le rodea, mejorando su precisión, estimación de la distancia,modulación de su fuerza y velocidad, y desarrollo de su autocontrol, creatividad y adecuaciónde sus movimientos a los del oponente.A través de los instrumentos de capoeira, desarrollan cualidades musicales. Aprenden a cantar, componer canciones, a fabricar y tocar instrumentos que forman parte de la tradicióncultural de la capoeira y que les conecta con la práctica de ésta en su vertiente rítmica. Con ellosdesarrollan la motricidad fina en su manejo, la creatividad, el ritmo y el oído musical parainterpretar cada sonido y cada toque, con su significado concreto, adecuando sus movimientos acada base rítmica. Todo ello les acerca más al significado de la capoeira y les motiva hacia su práctica y evolución. Además, aprenderán a apreciar la actividad física para el bienestar, manifestando una actitud responsable hacia uno mismo y las demás personas y reconociendo los efectos delejercicio físico, de la higiene, de la alimentación y de los hábitos posturales sobre la salud. A nivel de competición, la Federación Internacional de Capoeira deportiva, como su propionombre indica, promueve y practica una competición deportiva libre de riesgos, en la que no está permitido el contacto físico ni las actitudes violentas o agresivas. Ayuda al alumno adesarrollar la iniciativa individual y el hábito de trabajo en equipo, aceptando las normas y reglas establecidas.Con todo lo anterior, se contribuye en gran medida al desarrollo del currículo educativo establecido por el Ministerio de Educación y Ciencia para todo el territorio español en laLOE/2006 para los ciclos de Primaria, Secundaria y Bachiller, concretados para nuestra comunidad a través del Decreto 40/2007, de 3 de Mayo (Primaria), el Decreto 52/2007, de 17 deMayo (Secundaria) y el Decreto 42/2008, de 5 de Junio (Bachillerato). Así facilitamos el desarrollo de las competencias básicas exigidas para superar estas etapas educativas, ya quetodos los objetivos propuestos forman parte, en mayor o menor medida, de los exigidos en elcurrículo educativo ya mencionado.

jueves, 25 de febrero de 2010

Saturday, November 28, 1998 Laredo Morning Times




ISIDRO “CHILO” CHAPA
Isidro “Chilo” Chapa, 66,passed away Friday, Nov. 27,1998.Isidro “Chilo” Chapa was born in Laredo on Aug. 23, 1932 son of Rebecca Buitron (and the late Faustino Chapa) and brother to Jesus M. (Lucinda, dec’d.) Chapa, Dr. Paul R. (Raquel) Buitron, the late Hector Chapa, Faustino (Raquel) Chapa as well as his nephews Jesus M. Chapa Jr. and Paul Raymond (Lilian) Buitron.
A life long Laredoan serving his community by teaching and helping the youth of Laredo in achieving goals. Through his training in Zipota/Savate and Boxing he was the head Boxing instructor of the boys club from 1955 to 1969, producing excellent Laredoans like the honorable Judge Manuel Flores, Doctors Paul R. Buitron, Humberto Varela, Manuel Gonzalez, Francisco Mendoza and lawyers
Jimmy Sandoval, Homero Canales as well as others. Isidro Chapa has the record for the most consecutive wins for a boxing trainer of the golden glove tournaments in Texas, for the time in which he taught. He produced champions in all the categories in which he placed boxers. He was also the first to bring and teach Judo in Laredo. Teaching the martial arts to his
family, Zipota and its traditions continue to this day given with full respect to his nephew Professeur Paul-Raymond Buitron III head Professeur of Savate Danse De Rue. As well with his efforts towards the community, Don Isidro Chapa served his country for 15 years in the National Guard. He retired after becoming the supervisor of the printing and publishing department at the Laredo Community College. Funeral
services are pending with the Hernandez Lopez and Sons Northside Chapels, 800 Boston St. at San Bernardo Ave.
http://airwolf.lmtonline.com/news/archive/112898/pagea15.pdf

lunes, 22 de febrero de 2010

Capoeira en la Prensa


Periódico: Revista da Semana
Referência: Ano VII. Nº 322. Data: 15/07/1906. p. 3685.
Título: sem título.
Sinopse: anúncio do 27º concurso de capoeira.
Imagem: sem ilustrações.
Esporte: capoeira
Periódico: O Malho
Referência: Ano IV. Data. 22/07/1905. Nº 149 p.05
Título: "Reportagem de uma sessão da camara dos deputados"
Sinopse: Charge sobre a câmara que mostra os deputados fazendo ginástica e jogando capoeira. Imagem: sem imagem
Esporte: capoeira
Periódico: O Malho
Referência: Ano VII. Nº 291. Data: 11/04/1908. p.03,15,17,19-23.
Título: Jockey-Club - Derby Club - Nota Esportiva - Demonstração Prática - Cofre de Gratidão - Uma mulher pelos ares.
Sinopse: Inicio da temporada no Jockey marcada pela surpreendente igualdade entre os competidores entre outras notas. - Primeira corrida no Prado de Itamaraty. - Imagem do ciclista Angelo Travaglini. - Imagem de marinheiro aplicando um golpe de capoeira em um japonês lutador de jiu-jitsu. - diversas notas sobre eleições em clubes. - D. Laurinda Silva "A rainha dos ares" realiza um voo de balão na cidade de Maceio. No dia 23 de fevereiro.
Imagem: Ilustrado Esporte: capoeira
Periódico: O Malho Referência: Ano VII. Nº 291, Data: 11/04/1908. p. 03, 15, 17, 19, 20, 21, 22, 23. Título: Jockey-Club - Derby-Club - Nota Esportiva - Demonstração Prática - Cofre de Gratidão - Uma mulher pelos ares.
Sinopse: Inicio da temporada no Jockey marcada pela surpreendente igualdade entre os competidores entre outras notas. - Primeira corrida no Prado de Itamaraty. - Imagem do ciclista Angelo Travaglini. - Imagem de marinheiro aplicando um golpe de capoeira em um japonês lutador de jiu-jitsu. - diversas notas sobre eleições em clubes. - D. Laurinda Silva "A rainha dos ares" realiza um voo de balão na cidade de Maceio. No dia 23 de fevereiro.
Imagem: Ilustrada Esporte: capoeira
Periódico: O Malho
Referência: Ano VIII. Nº 347. Data: 08/05/1909. p. 41.
Título: "’Jiu-Jitsu’ contra ‘capoeira’"
Sinopse: Charge usando uma luta entre um lutador de Jiu Jitsu contra um capoeirista para fazer alusão à luta do presidente, o lutador de Jiu Jitsu, contra o povo, o capoeirista.
Imagem: Ilustrada Esporte: capoeira
Periódico: O Malho
Referência: Ano VIII. Nº 348. Data: 15/05/1909. p. 18 e 19.
Título: "Jiu Jitsu contra ‘capoeira’" Sinopse: Grande repercussão da vitória do capoeirista Cyriano da Silva sobre o lutador de Jiu Jitsu Sada-Myako - entrevista com Cyriano - fotos do capoeirista.
Imagem: Ilustrada
Esporte: capoeira
Periódico: A Semana
Referência: Ano I. Data: 14/03/1885 N.11 p.01
Título: "Historia dos sete dias"
Sinopse: A matéria apelida a cidade do Rio de Janeiro de "Capoeiropolis"
Imagem: sem imagem
Esporte: capoeira
Periódico: A Semana
Referência: Ano I. Data: 21/03/1885 N.12 p.01
Título: "Historia dos sete dias"
Sinopse: Com a extinção da guarda urbana cresce o número de capoeiras na cidade.
Imagem: sem imagem
Esporte: capoeira
Periódico: A Semana
Referência: Ano I. Data: 29/08/1885 N.35 p.07
Título: "Factos e Noticias" Sinopse: Realizou-se no dia 21 de Agosto de 1885 o enterro de "Moreira Pinto", assassinado por capoeiristas na Rua dos Andradas.
Imagem: Sem imagens
Esporte: capoeira
Periódico: A Semana
Referência: Ano I. Data: 22/08/1885 N.34 p.07
Título: "Factos e noticias"
Sinopse: Confusões e tumultos promovidos por "capoeiras" no Rio de Janeiro
Imagem: Sem imagens
Esporte: capoeira
Periódico: A Semana
Referência: Ano III. N.118. Data: 02/04/1887 p.106
Título: " História dos sete dias"
Sinopse: Parte da matéria fala sobre o emprego de "capoeiras" na polícia.
Imagem: sem imagem
Esporte: capoeira
Periódico: A Semana
Referência: Ano III N.155. Data: 17/12/1887 p.387
Título: Capoeira e seus derivados
Sinopse: A matéria traz uma etimologia da palavra capoeira, mostrando seus significados e entendimentos na época.
Imagem: sem imagem
Esporte: capoeira
Periódico: Jornal do Brasil
Referência: Ano: II Nº:8 Data: 08/01/1892. p.2 (coluna: "Telegrama")
Título: Capoeira
Sinopse: Prisão de um homem armado com enorme navalha no 1(primeiro) distrito de Santa Rita. José Bonifácio da França Marcondes, que ferio o indivíduo de nome Oscar Pereira.
Imagem: Sem imagens.
Esporte: capoeira

Mestre Bimba x Mestre Osvaldo, o Judas da Capoeira

NOTÍCIA
12/06/2009 - 09:21:47
Para saber:
Mestre Bimba x Mestre Osvaldo, o Judas da Capoeira
O outro lado da História!Em 1970 treinando com Mestre Bimba no Centro de Cultura Fisica Regional da Bahia, convidei-o a visitar Goiânia, (Goiás) e ao mesmo tempo ser paraninfo da 1ª turma de capoeiristas, formatura esta feita por mim, Mestre Osvaldo de Souza no Cine Teatro Goiânia. Ele aceitou e consegui trazê-lo através do apoio do Departamento de Cultura do Estado de Goiás para formar 15 capoeiristas! Mestre Bimba ficou comovido com a atenção do público Goiano, pois naquela época estava atravessando uma fase difícil na Bahia, ninguém lhe apoiava e eu cheguei a ver isso de perto!Todos falam:Mestre Bimba prá lá, Mestre Bimba pra cá, mas ninguém procurou ajudar o Mestre dentro da maneira que correspondesse a sua expectativa, pelo número grande de discípulos que tinha em Salvador. É importante frisar isto, pois houve/há uma grande deturpação (da verdade?) pela vinda definitiva dele para Goiás e isso posso afirmar com certeza:Mestre Bimba nunca teve apoio em Salvador, principalmente por parte de seus discípulos!Quando eu falo assim: Discípulos do Mestre Bimba, não é abrangendo todo mundo, têm as pessoas de bem que sempre procuraram ajudar o Mestre, cito Mestre Decânio que foi um companheiro que ajudou o Mestre Bimba dentro de suas possibilidades! Constatei que Mestre Bimba fazia apresentações para turistas no Nordeste de Amaralina e todo mundo sabendo das dificuldades que ele atravessava, com as despesas que tinha, ninguém correspondia, tanto é que muitos díscípulos que participavam do Show com Capoeira, Maculêle, samba de roda, samba duro e apresentação de Candomblé, ficavam brigando para dividir o dinheiro!Agora eu lhes pergunto:Aonde é que está o coração destes discípulos?Na (1ª?) vinda do Mestre Bimba para Goiás ele me disse: Olha Osvaldo, se voçe puder me ajudar, eu quero vir trabalhar a Capoeira aqui no Estado de Goiás, porque a Bahia para mim não está resolvendo nada em termos financeiros!Todo mundo falando e eu aqui (em Goiás) trabalhando, dando minhas aulas de Capoeira e sempre mandando uma ajuda para o Mestre Bimba em Salvador!Voltei a Salvador e na época participei junto com outros alunos de Mestre Bimba de um documentário para a União Soviética que foi realizado no Nordeste de Amaralina e outro que foi filmado no Jardim de Alá!. Participei junto com o Grupo Folclórico de Mestre Bimba e pude constatar oque ja acontecera antes, todos querendo a partilha do dinheiro. Na volta vim conversando com o Mestre e perguntei-lhe:Como é que este pessoal ao invés de dar apoio ao Senhor, eles ficam exigindo pagamento, fazendo rateio entre eles para depois dar a parte do Mestre?Chegando na Pituba aonde eu estava hospedado por causa da temporada do Curso de Especialização com o Mestre Bimba, ele tirou o dinheiro e disse:Aqui está a sua parte!Respodi: Não Mestre, nunca peguei dinheiro de apresentação e não vai ser agora que vou pegar!Foi quando ele me disse uma coisa que nunca mais esqueci:Se todo mundo fôsse igual a voçe Osvaldo, que sempre está me ajudando e nunca pegou dinheiro de apresentação que voçe participou aqui comigo!Em 1971 na ocasião da EXPO 71 em Goiânia-Goiás, colaborei com o pessoal da Organização e fui convidado para fazer a apresentação de Capoeira. Sabendo das dificuldades do Mestre Bimba, pedi ao pessoal da organização para contratá-lo, para apresentar a Capoeira na abertura da Feira Agropecuária de Goiânia que é uma festa muito importante e conhecida no Brasil inteiro. O Mestre fêz 3 apresentações e em uma delas teve a honra das presenças do Presidente Médice e do governador do Estado de Goiás, Dr Leonino di Ramos Caiado!O cachê foi de 2 milhões de cruzeiros e o ajudou muito a aguentar a crise que ele vinha atravessando na Bahia! Foi um marco histórico para mim, pois consegui um avião da SUDENE com o Governo do Estado de Goiás, para ir buscar o Grupo Folclórico de Mestre Bimba em Salvador. Fechei contrato com Mestre Bimba e tenho toda esta documentação arquivada! Tem muita gente que fica conversando oque não sabe, porque quer aparecer e viver de conversa, viver de ilusão, mentindo para os outros!Reuni o pessoal do Mestre no Nordeste de Amaralina 7:00 horas da manhã e embarcamos para Gioânia. A volta também de avião com Mestre Bimba foi uma honra muito grande para mim, porque nenhuma dessas pessoas que conversam oque não sabem, tiveram a capacidade de fazer oque fiz pelo Mestre Bimba!Outro grande marco que realizei, foi quando o Grupo Furacões da Bahia, fêz apresentações aqui em Gioânia! Consegui a estadia de 8 dias para 40 figurantes e que era comandado pelo Mestre Camisa Rôxa, discípulo de Mestre Bimba. Fêz o 1º Show com qualidade internacional aqui no ESEFEGO levando grande multidão. Consegui outro Show no Goiânia Tênis Clube e voçe pode tirar a conclusão: 40 pessoas e eu consegui hospedagem para todos, que ficaram muito satisfeitos comigo, com a atenção que tive para com eles. Porque eu sempre procurei trabalhar e não ficar de conversa mole, porque conversa mole não põe ninguém para frente! Ficar conversando e criticando é muito fácil, mas eu posso falar com todo prazer da honraria que tive de Mestre Bimba ao ele me dizer:Voçe é um cara que faz alguma coisa!Num Simpósio Brasileiro de História realizado aqui em Goiânia, veio delegações de todo o Brasil e a delegação Bahiana teve problema, pois estava sem verba para a alimentação e o combustível da volta. Juntei os meus discípulos do Grupo Folclórico do Mestre Osvaldo de Souza e junto com o pessoal do Manolo aluno de Bimba e que estava na delegação Bahiana, fizemos um Show e graças a Deus, porque Deus é grande, conseguimos lotar o local e com isso conseguir a verba necessária para voltarem de ônibus!Oque eu passo para meus alunos foi oque aprendi com Mestre Bimba, nunca desvirtuei a Capoeira Regional, tanto que ja re-editei o Método de Capoeira Regional(#) aonde friso as palavras:Discípulo e seguidor de Mestre Bimba!Fiz todo o aprendizado de Capoeira com Mestre Bimba, as especializações e ele falava:Voçe é um discípulo que eu vou diplomar!Tanto é que recebi os diplomas, um na época do Orgão que comandava a Capoeira, a Federação de Pugilismo e outro do Centro de Cultura Física Regional da Bahia.No diploma do Centro lê-se:O Sr. Osvaldo Rocha de Souza recebeu com aproveitamento os cursos de Capoeira Regional e recebeu o Título de Mestre de Capoeira! Um dia o Mestre falou para mim:Osvaldo se um dia eu faltar, voçe vai ser endeusado por uns e odiado por outros!Quero deixar claro aqui que nunca causei dano a coisa nenhuma, apenas atendi ao pedido dele, porque o exílio dele foi expontâneo, ja tinha vontade de vir para Goiás, tanto é que falou para os jornais: Se eu não gozar nada em Goiás, gozarei ao menos do cemitério!A decepção de Mestre Bimba com a Bahia foi muito grande, ja saiu de lá abalado emocional e psicologicamente, uma pessoa já de idade, passar pelo que ele passou e não ter ajuda!!!A minha militância na Capoeira vem desde os 13 anos, sempre estive no núcleo de bons capoeiristas na Bahia, treinei com Crispim o filho de Mestre Bimba e depois fui para a mão de Mestre Bimba que me recebeu com toda a atenção e procurou me ensinar/transmitir tudo. Tenho um acervo muito grande, fotos de Mestre Bimba, documentação que não é qualquer um que tem. Enquanto ele esteve aqui em Goiás sempre procurei zelar pela saúde do Mestre, porque quando ele chegou estava se sentido mal e procurei médicos alunos meus que fizeram todo o check-up no Mestre, tratamento, revisão médica! Também o Doutor Carlos ajudou dando tratamento ja que ele apresentava sintomas de hipertensão, e ele tinha todos os remédios necessários, os quais ele sempre procurou tomar seguindo oque os médicos prescreviam. As CasasMuitos falam que foi prometido casas para Mestre Bimba e familiares, escola para os filhos....nunca falei isso e não foi firmado contrato nenhum a respeito! Ele chegou aqui, escolheu as casas e morou nelas, só que tinha que vender as casas e Academias ( a história diz que ele vendeu-as para alunos) da Bahia para poder compra-las. Infelizmente para ele, vendeu-as a prestação e na 1ª cobrança veio da Bahia sem o dinheiro e oque ele ganhava aqui só dava para as despesas dele e familiares. Chegou tão contrariado que até desmaiou na rodoviária!Falar todo mundo fala, criticar todo mundo critica, mas ninguém participou, ninguém ajudou em nada!Procurei ajudar e dentro do possivel fiz demais! Para ele vir para cá, eu tive que pegar todo o pessoal lá, embarcar todos e encaminha-los aqui. Lá na Bahia o pessoal ajudou em quê? Em nada!Fui eu quem pagou as passagens de todos e foram 22 pessoas, e para elas dei alimentação até normalizarem as suas vidas!A AcademiaUm dia Mestre Bimba me falou:Agora vou arrumar um local e vou dar aula para minha sobrevivência. Enquanto esteve comigo a aula era dividida 50% para cada um e eu tinha quase 600 alunos. Foi um negócio democrático, dividimos numa boa, sem um arranhão, sem nada de discussão!Quando ele foi dar aula no DCE e na ESEFEGO uma parte emeus alunos foi com ele. É importante frisar que foram alunos que começaram na minha Academia, e foram formados por mim na Formatura no Cine Teatro Gioânia, aonde Mestre Bimba foi paraninfo dessa turma. Eles ficam falando:Eu formei com Mestre Bimba, fui aluno de Mestre Bimba! Iniciaram comigo na Capoeira, eu peguei na mão deles para ensiná-los e sei o nome de todos eles! As cartasTenho cartas de quando ele me escrevia de Salvador, no começo da carta ele fala:Meu aluno e Amigo Osvaldo!As pessoas foram deturpando, falando isso e aquilo e procurando uma deturpação fora do comum. Outro fato importante, eu sempre conversei com Dona Nair (espôsa de Bimba) e ela falou-me:O Mestre Bimba aqui em Gioás ganhou dinheiro que muito tempo ele não ganhou em Salvador! Eu admiro muito oque voçe fez pelo Mestre, porque só eu sei as dificuldades que passamos. Todo mundo fala isso e aquilo mas resolver o problema ninguém resolvia!A morteDizem que Mestre Bimba morreu de Banzo aqui em Gioás oque não é verdade, porque o problema do Mestre Bimba foi a Bahia, que não socorreu ele em nada, que não fez nada, todo mundo foi displicente. Agora eu pergunto a voçes aí em Salvador:Um baluarte da Capoeira como Mestre Bimba, Mestres dos Mestres, o Lutero da Capoeira, o Papa da Capoeira moderna, voçes só ficam olhando o Homem na extrema dificuldade, vendendo as coisas para sobreviver?Na hora do acontecimento que ele faleceu, eles entraram em pânico, porque não resolveram nada, ficaram aqui com o Mestre fazendo Shows e hoje se viram para querer me criticar!Aí ele vem até mim, me pede e eu não posso falar que não para ele, pelo menos fiz oque me pediu e aqui ele teve trabalho, fez show, deu aula!Quero deixar bem claro aqui, se ele falasse:Me leva novamente!Eu o levaria para Goiás!Esta é a minha verdade!Mestre Osvaldo de Souza, discípulo e seguidor de Mestre Bimba! PS: Escrito sob forte emoção, tornou-se extremamente longo e repetitivo. Por isso este é um resumo do resumo, para não tornar-se cansativo!Leiteirosobre a obraQuando Mestre Bimba veio para Goiás e a Bahia perdeu Mestre Bimba, todo mundo ficou conversando, cada um falava a sua maneira. Tudo oque eu digo aqui é uma maneira de me defender, porque todo mundo me criticou demais! Essa defesa é um direito meu, porque na hora só tomei cacetada, todos se viraram contra mim, eu que fiz todo o benefício! Aos incrédulos do que eu digo, aviso que tenho documentos para provar!Osvaldo Rocha de SouzaPs: Recebi este Jornal da Capoeira Regional, com o sub-título Informativo da Academia Mestre Osvaldo de Souza - Ano V nº 9 de Janeiro/Fevereiro/2000 e imediatamente fiz um resumo no intuito de divulga-lo o maximo possível. Mas brigas com o Correio local me detiveram. Mais tarde, um ano talvez ele mandou-me outro, o Método de Capoeira Regional(#) com as Sequências de Mestre Bimba, a qual por descuido ou não ele acrescentaria os desenhos todos do livro Capoeira sem Mestre de Lamartine Pereira da Costa sem informar ao leitor! Isto deixou-me com um pé atrás, daí ......Leiteiro
Para melhor compreensão, leia este texto negritado em:
http://www.overmundo.com.br/banco/mestre-bimba-x-mestre-osvaldo-o-judas-da-capoeira-resumo-de-leiteiro

domingo, 21 de febrero de 2010

El milagro creole


El milagro creole
Despojados de su linaje, nombre y genealogía, no se les permitía agruparse y, además, no siempre podían entenderse entre sí por hablar lenguas diferentes, poseer tradiciones distintas y pertenecer a etnias muy diversas del África y Madagascar –makuas, yaos, inhambanes, makondés, betsimisarakas, sakalavas, merinas, betsileos, etc.–, así como de la India, Malasia e Indonesia……………………..
Entre los tesoros legados por los esclavos que forman parte del milagro creole, tenemos la cocina, la artesanía, la farmacopea, los cuentos y leyendas, y sobre todo las músicas típicas de las islas del Índico –el sega y el maloya– que no sólo perpetúan la memoria de los antepasados en las ondas de las emisoras públicas y privadas de radio, sino que además se han puesto tan de moda entre los jóvenes como el arte marcial del moring (1).
1-El moring: una capoeira criolla El moring, arte marcial practicado todavía en Madagascar (moraingy), Comoras (mrengué), Mayotte, La Reunión y África, llegó a las islas del Océano Índico con los esclavos africanos y malgaches. Pariente cercano de la capoeira brasileña, el moring permitió a los esclavos reestructurar sus vidas y resistir a la opresión cultural colonial. La supervivencia de este rito ancestral recuerda a diario la extraordinaria riqueza de la cultura creole de los esclavos negros de las islas del Océano Índico.
Artículo publicado el 20 de febrero de 2004 en el diario L’Express de Mauricio

Autor(es)
Sudel Fuma, Universidad de La Reunión
Nombre de la publicación
el nuevo Correo
http://portal.unesco.org/es/ev.php-URL_ID=23885&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

lunes, 8 de febrero de 2010


Existe, ailleurs dans l’Océan Indien comme dans le monde, d’autres variantes de ce type de combat : le murengué à Mayotte, le nkodézaitsoma dans la Grande Comore, le danmyé à la Martinique, la capoeira au Brésil, etc. L’ensemble de ces pratiques que l’on retrouve tant en Amérique du Sud que dans les Antilles ou les Mascareignes, est en lien avec l’histoire de la traite et de l’esclavage. Car, d’une côte à l’autre de l’Afrique étaient pratiquées, de manières rituelles et ancestrales, des luttes opposant le plus souvent des hommes. Ainsi, et pour exemple, la capoeira telle qu’elle est aujourd’hui pratiquée en Amérique du sud, dériverait probablement d’une « danse du zèbre », le n’golo, originaire de l’Angola. À partir du 17e siècle, à partir des grands mouvements de traite atlantique et india-océane, les hommes et les femmes d’Afrique et de Madagascar déportés vers les lieux de l’esclavage ont transporté avec eux des rites, des savoir-faire et des pratiques. Parmi ces rites et ces pratiques figurait cet art guerrier qui, au fil des voyages et des échanges, s’est transformé, s’adaptant à chaque fois aux nouveaux lieux et aux nouveaux rythmes de vie. C’est donc ainsi qu’est probablement né le moring de La Réunion. Il n’est pas la copie d’un art martial et dansé qui se pratiquait sur les plateaux de l’Afrique ou de Madagascar, car il s’est transformé, modulé et adapté aux conditions de vie dans l’île. Chacun, qu’il soit originaire du Mozambique ou encore de l’Est ou du Nord malgache, a apporté sa touche, et a ainsi contribué à modifier sa propre pratique tout en l’enrichissant d’autres codes. Philippe Bourjon, étudiant de l’Université de La Réunion à la fin des années 1980, avait travaillé sur le sujet et avait émis l’hypothèse que certains ronds de moring s’étaient ouverts aux matelots de la marine française pratiquant la boxe française et la savate. Ce qui, selon lui, expliquerait la similitude de certains types de coups. Le moring est donc un produit de la créolisation : en fonction de ceux qui le pratiquaient, en fonction des lieux où il se pratiquait dans l’île (dans les quartiers d’esclaves, dans les kalbanon des engagés et des ouvriers d’usine, dans les camps de marrons, etc.), mais encore en fonction des instruments de musique qui étaient disponibles dans ces lieux (fèr blan, roulèr, bobre, etc.), il s’est continuellement transformé, ne se figeant pas. Les origines du moring sont donc diverses : principalement venu d’Afrique et de Madagascar, il s’est agrémenté de techniques européennes (savate et boxe française), jusqu’à s’enrichir aujourd’hui de nouveaux apports


Moring(Le) art guerrier Sudel Fuma auteur , Jean-René Dreinaza auteur
Ce livre participe à la réhabilitation du moring et à la mise en valeur de sa nature profonde : une activité sportive permettant le développement et l’épanouissement du corps et de l’esprit.
Le moring est un sport de combat rituel associant la musique, l’expression corporelle et la symbolique magique héritière des traditions guerrières et des cultes afro-malgaches. Art populaire, il a existé sur tout le territoire réunionnais et a connu un grand développement jusqu’aux années 1950, puis en affrontant à la fois les préjugés, les interdits administratifs, il a été réduit à quelques exhibitions acrobatiques dans les spectacles. Aujourd’hui une poignée d’hommes soucieux de redonner à une jeunesse déracinée leur véritable identité s’investissent et mettent tout en oeuvre afin de renouer ce peuple avec son passé.
Sudel Fuma auteur Docteur d’État en Histoire contemporaine Maître de conférences à l’Université de La Réunion Auteur de plusieurs ouvrages sur l’histoire économique et sociale de l’Île de La Réunion
collection : LoisirsÉditeur : Océan éditions - 54 p. - 6,1 €isbn : 2-907064-15-0

foto:Le moring connaît aujourd’hui une reconnaissance internationale. Ici lors de la Fête de la liberté 2008 à Aix-en-Provence


Le Moring : une Capoeira créole
Le Moring, art guerrier pratiqué aujourd’hui encore à Madagascar (Moraingy), aux Comores (Mrengué), à Mayotte, à la Réunion et en Afrique, a été apporté dans les îles par les esclaves ou par les engagés africains et malgaches.

Proche de la Capoeira brésilienne, le Moring a aidé les esclaves à restructurer leur vie et leur a permis de résister à l’asservissement culturel de la colonisation. Les formes de survivance de ce rite ancestral nous rappellent au quotidien l’extraordinaire richesse culturelle développée par les esclaves des îles créoles de l’océan Indien.
Sudel Fuma - Texte publié sur le site portal.unesco.org
Lire aussi : Sudel Fuma : le « miracle créole »
Tags : Recherche Sport
Réunionnais du Monde - Janvier 2010

viernes, 5 de febrero de 2010

Amenazas y fortalezas de la gestión deportiva


La gestión deportiva: clubes y federaciones‎ - Página 80Juan A. Mestre Sancho, José Manuel Brotóns Piqueres, Manuel Álvaro Manzano - 2002 - 216 páginas
Ponen en relación el medio ambiente interno de la asociación deportiva en ... 3.6): Cuadro 3.6 EJEMPLOS DE AMENAZAS DE LA ENTIDAD DEPORTIVA (Amenaza + ...

jueves, 4 de febrero de 2010

Cosa de la Capoeira en Brasil que no sirven en Europa

Federação de Capoeira Desportiva do Rio de Janeiro não é obrigada a se registrar no Conselho Federal de Educação Física



A 8ª Turma Especializada do TRF-2ª Região decidiu manter sentença da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que considerou que a Federação de Capoeira Desportiva do Estado do Rio de Janeiro e suas filiadas não têm a obrigação de registrar-se no Conselho Federal de Educação Física – Confef. A decisão foi proferida no julgamento de apelação cível apresentada pelo órgão fiscalizador contra a sentença de 1o grau, que já havia sido favorável à Federação de Capoeira do Rio.
O Confef alegou, nos autos, que a capoeira seria um desporto, “sendo as atividades de desporto de competência do profissional de Educação Física”. Além disso, o Conselho Federal afirmou que a decisão de 1a Instância a impede de exercer seu poder de polícia e com isso deixa a sociedade “à mercê de profissionais despreparados e desqualificados”.
No entanto, de acordo com o entendimento do relator do processo no TRF, desembargador federal Poul Erik Dyrlund, a Resolução 46/2002 do Confef “extrapolou a definição legal, pois pretendeu incluir na definição legal do profissional de Educação Física atividades desvinculadas da específica educação do corpo, objetivando abarcar atividades cujo propósito é distinto, como as artes marciais e dança”.
O magistrado também ressaltou em seu voto que “a exigência de inscrição e curso de nivelamento dos profissionais que ministram aulas de artes marciais para competição viola o livre exercício profissional”.

http://www2.trf2.gov.br/noticias/materia.aspx?id=3015

miércoles, 3 de febrero de 2010

Asamblea General FICA 5/12/2009

Asamblea General FICA 5/12/2009.
Brasil(P.P),Portugal,España y Suiza y Azerbayan se reunieron para seguir avanzando rumbo al COI.



martes, 2 de febrero de 2010

Tiririca


O que é tiririca?

Na linguagem tupi-guarani significa “mato que se espalha”. A gente se espalhava no chão. Significava retrair. O cara jogava uma perna aqui e você caía retraído. Que nem capoeira angola. É uma dança disfarçada. Os dois contendores ficam dançando de frente, um olhando para o outro.

Isso é característica paulista?

Só tem relato de tiririca na cidade de São Paulo.
Por que não se vê mais?Porque tudo foi substituído pelo samba carioca. São Paulo copiou totalmente.
A Vai-Vai foi a escola que incorporou o jeito de fazer do Rio?

Fundei o Cordão Ziriguidum, que tem o símbolo do saci, para devolver a identidade à São Paulo. Mas os primeiros retoques cariocas foi Nenê de Vila Matilde quem deu. Trouxe a bandeira, botou surdo de bateria. A primeira a manifestar enredo.

lunes, 1 de febrero de 2010

Iconografía - Capoeira





Os afrodescendentes
The Afro-Brazilians
A Capoeira dos negros
Capoeira: Afro-Brazilian fighting
ANDRÉ LACÉ LOPES – Século XIX / Século XX
Seleção: Rugendas, O Malho, Noite Ilustrada e Raul Pederneiras
PAULO COELHO - Iconografia



http://www.atlasesportebrasil.org.br/textos/204.pdf