miércoles, 21 de octubre de 2009

Libro de Capoeira - Movimientos



Capoeira 100: An Illustrated Guide to the Essential Movements and Techniques‎ - Página xxiide Gerard Taylor, Anders Kjaergaard - 2007 - 302 páginas
Why Capoeira 100? A famous capoeira master named Vicente Ferreira Pastinha once said, "For every strike which is launched there are two defenses already ...

martes, 20 de octubre de 2009

Ritual y control de la violencia " no jogo de angola"



Músicas africanas e indígenas no Brasil‎ - Página 242de Rosângela Pereira de Tugny, Ruben Caixeta de Queiroz - 2006 - 359 páginas
Os instrumentos que podem solar na capoeira angola são só os berimbaus. Mesmo assim, o berimbau de som grave é que conduz todo o ritual. ...

Racismo?,Paradigmas? ........ó percepciones diferentes de la realidad social ?

Nota del pesquisador: En este artículo observamos la Cultura Deportiva de origen Europeo en contraposición a la Cultura del Folklore Africano.Hoy por hoy,la única Capoeira púramente brasileña es el "Jogo da Capoeira Desportiva",recononocida como Patrimonio Cultural Inmaterial de pueblo brasileño el 15/07/2008,Capoeira que aglutina todos los legados históricos, africanos,européos,indígenas y asiáticos:

Futebol, carnaval e capoeira: entre as gingas do corpo brasileiro‎ - Página 33de Heloisa Turini Bruhns - 2000 - 158 páginas
O primeiro volume consta de duas partes: "Capoeira /Cultura" e "Capoeira /Esporte". Na apresentação da primeira, aparecem quatro capoeiristas negros eo .

lunes, 19 de octubre de 2009

Educaçao Intercultural

Procura os documentos no lik:
http://www.mover.ufsc.br/publicacoes.php?text=capoeira&action=find


MARCON, T. (org) - (2003)
Dossiê Educação Intercultural
AZIBEIRO, N.E. - (2003)
A Educação Intercultural e a Possibilidade da Desconstrução da Subalternidade
FIGUEIREDO, Clara de Freitas; FLEURI, Reinaldo Matias; RODRIGUES, Thaís Fernandes Castro - (2006)
Entre-vistas Capoeiranas: Questões Emergentes da Prática Cotidiana na Capoeira
GIWA, G. T.; FLEURI, R.M. - (2005)
Educação Intercultural: Elaboração de Subsídios Didático-Pedagógicos para a Educação Intercultural
FIGUEIREDO, Clara de Freitas; FLEURI,Reinaldo Matias - (2006)
Análise das produções teórico-metodológicas do PERI-Capoeira.
FLEURI, R.M. - (1996)
Um percurso de cooperação educativa intercultural: pontos e encontros
FLEURI, R.M. - (1996)
Un percorso di cooperazione educativa interculturale: appunti e appuntamenti
AZIBEIRO, N.E. - (2001)
Movimentos Sociais, Paradigma da Complexidade e Intercultura
Página: 0 1 2

jueves, 15 de octubre de 2009

Batuque e Capoeiragem -1930

DIBUJO:Movimientos de Capoeiragem-Annibal Burlamaqui.



Nem Do Morro Nem Da Cidade -‎ - Página 98de José Adriano Fenerick - 2005 - 281 páginas
... porque você tem que dar o nome do que tira o outro: "tronco", "banda", "facão", "encruzilhada", "sentado", "em pé" etc. ...


Aculturación Capoeira Antigua,Silat,Amock Malayo en Rio de Janeiro

Ver fuentes :http://asia-brasil.blogspot.com/2009/09/aculturacion-capoeira-antiguasilatamock.html

Mestre Narsama


A 84 ans, toujours vert, Maxime Narsama ne refuse pas un petit « galo » contre les plus jeunes. (Photo Emmanuel Grondin)

07/06/09 - 09h27 - Stéphane FONTAINE
SAINTE-MARIE - LES MARMAILLES REDÉCOUVRENT LA DISCIPLINE
Souvenirs de moringueur
Maxime Narsama, 84 ans, a pratiqué le moringue dans sa jeunesse. Une danse-combat, aux formes et aux rituels différents de ceux d’aujourd’hui, qu’il aime à raconter aux marmailles qui viennent à sa rencontre.

Temple du moringue.


13/06/09 - 09h27
SAINTE-SUZANNE - INAUGURATION À LA MARINE
Le moringue en fête
C’est parti pour un week-end de festivités à La Marine autour de l’inauguration du temple du moringue.

13/09/09 - 18h45
3e MANCHE DU CHAMPIONNAT DE LA REUNION
Moringue à Bagatelle
Voici quelques photos de la 3e manche du championnat de moringue de la Réunion, qui s'est disputée ce dimanche à Bagatelle (Sainte-Suzanne). Les images sont signées David Chane.

martes, 13 de octubre de 2009

La realidad social del Brasileño profesor de Capoeira en el exterior

Fluxos e refluxos da capoeira: Brasil e Portugal gingando na roda
José Luiz Cirqueira Falcão

A capoeira cresceu, ganhou força e girou nesse mundo, mas me
chamam de moleque e ainda me tratam como um vagabundo...
MESTRE TONI VARGAS
.........Um fato que despertou curiosidade durante a realização do referido estágio foi a constatação da presença em Portugal de vários mestres «representativos» dos grandes grupos com sede no Brasil, ministrando oficinas,palestras, workshops, etc. Esse deslocamento espacial, muito comum entre os professores de capoeira, é visto como «fonte de prestígio» (Vassalo, 2003) e alça os que conseguem realizar viagens ao exterior, à condição de legítimos mediadores entre a «verdadeira tradição» da capoeira e a modernidade. Freqüentemente, são recebidos com muita dose de veneração e nostalgia.
Entretanto, a maciça presença de mestres «considerados» do Brasil para ministrarem workshops e palestras, apesar de servir como «chamariz» para novos adeptos, não contribui muito para mudar a realidade daqueles que já lá se encontram tentando se firmar em empregos reconhecidamente instáveis.
Os gastos são enormes e apenas os grupos mais estruturados conseguem receber, em condições razoáveis, os seus líderes brasileiros e aproveitar os dividendos que suas presenças proporcionam. As dificuldades para encontrar emprego com estabilidade garantida por benefícios assistenciais fazem com que os professores de capoeira em Portugal, rotulados pela, nem sempre confortável, condição de imigrante, se «desenrasquem», recorrendo a expedientes e trabalhos precários, e terminem por arranjar dinheiro nos limites do legal e do ilegal, do legítimo e do ilegítimo, do formal e do informal, e, com isso, vão construindo trajetórias não lineares e imprevisíveis em busca de ascensão e prestígio social. Misturando sonhos e desejos com inquietações e temores, estes professores vêm tecendo novos horizontes para o campo conhecido como educação não formal, que está ganhando espaço na sociedade em geral, principalmente
em relação às camadas sociais com menor poder aquisitivo.
http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aso/n174/n174a05.pdf

Vocabulário da Gíria


(Foto)PLÁCIDO DE ABREU - Legado Histórico de Movimientos de Capoeira
Chifrada ,Rabo de Arraia ,Pantana , Negaça, Banho de Fumaça ,Pancada de Cotovelo ,Ponta-pé
Um Titã da Capoeiragem –Plácido de Abreu
Por Jair Moura

...No preâmbulo de Os Capoeiras, Plácido de Abreu transcreve um vocabulário da gíria vigorante no seu tempo, que reputo de essencial importância para os capoeiras da atualidade e os pesquisadores que têm abordado esta temática:

“Cambar, passar de um partido para outro.

Arriar, deixar de jogar capoeiragem.

Distorcer, disfarçar ou retirar por qualquer motivo.

Tapear, enganar o adversário.

Tungar e balear, ferir o inimigo.

Trastejar, dar um golpe falso.

Alfinete, biriba, biscate e furão, estoque ou faca.

Sardinha, navalha. Caçador, tombo que o capoeira dá, arrastando-se no chão sobre as mãos e o pé esquerdo e estendendo a perna direita de encontro aos pés do adversário.

Rabo de arraia, volta sobre o corpo, rodando uma das pernas de encontro ao inimigo.

Moquete, marretada, soco.

Banho de fumaça, tombo.

Alto da sinagoga, rosto.

Grampear, pegar à unha o adversário.

Passo de constrangimento, vacilação do inimigo quando leva um tombo ou é vencido; ato de retirar-se cabisbaixo.

Passo de siricopé, pulo que dá o capoeira depois que faz negaça, para ferir.

Pegada, encontro de dois partidos inimigos.

Marcha, procura de adversário.

Vou ver-te cabra, ameaça para brigar.

Carrapeta, pequeno esperto e audacioso que brama desafiando os inimigos.

Bramar, gritar o nome da província ou casa a que pertence o capoeira.

Senhora da cadeira, Santana.

Velho carpinteiro, S. José.

Velho cansado, S. Francisco.

Senhora da palma, Santa Rita.

Espada, Senhora da Lapa.

Sarandaje, pequenos capoeiras, miuçalha.

Endireitar, enfrentar com o inimigo.

Mole, covarde.

Leva, leva, grito de vitória, perseguição ao inimigo.

Baiana, joelhada que se dá depois de se haver saracoteado para tapear o inimigo.

Chifrada, cabeçada.

Encher, dar bordoada.

Bracear, dar pancada com os braços.

Melado, sangue.

Firma, não foge.

Caveira no espelho, cabeçada na cara.

Porre, pifão, bebedeira.

Topete a cheirar, cabeçada.

Não venha, que sais do passinho mole, sê prudente, porque levas um tombo.

Lamparina, bofetada.

Pantana, volta sobre o corpo aplicando os pés contra o peito do adversário.

Branquinha, aguardente.

Está pronto, está ferido.

Foi baleado, foi ferido.

Quero estia, quero tasca, senão bramo, quero parte disto ou daquilo, roubado, senão denuncio. Deixa de saliências, não contes patranhas. Rujão, batalhão ou sociedade.

Roda, vamos embora.

Desgalhar, fugir da polícia.

Jangada, xadrez de polícia.

Palácio de cristal, detenção.

Chácara, casa de correção.

Fortaleza, capela, taverna.

Piaba, sem valor.

Dar sorte, (diversas aplicações) cair em ridículo ou cousa bem desempenhada.

É direito, é destemido.”

domingo, 4 de octubre de 2009

"chegança", danza dramática


- 1745 - MAIO - D.JOÃO V proíbe as danças chamadas "cheganças", comuns nas "umbigadas" no final dos batuques, costumes transmitidos de ANGOLA para o BRASIL. Tanto o batuque como o "Fado" tiveram no "Lundu" uma forma de transição comum.

A Chegança em Portugal
Chegança, como elemento coreográfico, era uma dança de par solto, popularíssima durante o reinado de Dom João V de Portugal e por ele proibida em maio de 1745.3 "Já não se dançam cheganças / Que não quer o nosso rei". Chamamos chegança no Brasil a um auto popular, de assunto guerreiro, luta entre uma nau cristã assaltada pelos mouros que são vencidos e batizados.
http://www.aldeiamaracu.org.br/cheganca.pdf

Lucha Sakalava

FOTO:Ringa Malgache ,año 1900
Lucha sakavala
El moraingy o lucha sakalava, es un tipo de lucha tradicional del pueblo sakalava que puebla la parte oeste de Madagascar.
Tradición [editar]
Se trata de una lucha entre miembros de aldeas vecinas. Después de acabada la cosecha, en los meses de junio y julio, los jóvenes de diferentes pueblos se juntan los fines de semana para practicar este tipo de deporte. En realidad, el moraingy tiene más un carácter festivo que de verdadera competición.
El combate [editar]
Antes del combate, hay un periodo de observación en el que los hombres dan vueltas alrededor del círculo formado en el centro de la plaza mientras se baten los tambores con un ritmo rápido y violento. El primer combate comienza cuando un miembro de un grupo llama a uno de sus adversarios. Si éste acepta el combate, entran los dos en el círculo, vestidos con un solo lamba (paño) y comienza la lucha. Si la persona rehúsa el combate, otro miembro de su grupo está obligado a aceptarlo. En la lucha se utilizan pies y manos para conseguir derribar al contrario y es un alarde de agilidad y de técnicas específicas. Generalmente, no hay vencedores ni vencidos. Un árbitro es el responsable de parar la lucha si ésta comienza a ser excesivamente violenta. Sin embargo, uno de los contrincantes suele ser considerado como el vencedor, recibiendo la admiración de las jóvenes solteras presentes, en tanto que el vencido se prepara para una próxima revancha.

Los sakalava o sakalave son un pueblo establecido en la costa occidental de Madagascar (576.000 en 1989), que hablan una lengua malayopolinésica.
Historia [editar]

http://es.wikipedia.org/wiki/Lucha_sakavala
En el s.XVII, los sakalava crearon dos grandes reinos, menabe al oeste y boina al noroeste. Fueron, a continuación, suplantados por el reino merina. Estaban organizados según una rigurosa estratificación social (príncipes, parientes de reyes, señores, burgueses, esclavos de guerra y esclavos comprados) y un sistema de castas y de clases de edad. El sistema de parentesco admitía la filiación patrilineal de forma dominante.
Los sakalava hoy en día [editar]
Los sakalava viven, hoy día, de la pesca y ganadería (bueyes), así como de distintos cultivos de plantas comestibles. La religión tradicional consiste en la creencia en un dios creados y en el culto a los antepasados.
Obtenido de "http://es.wikipedia.org/wiki/Sakalava"

jueves, 1 de octubre de 2009

Signo de Salomón


Nota del pesquisador:Dibujo Signo de Salomón-Academia Mestre Bimba.:

Jane Bichmacher de Glasman
janeglasman@terra.com.br

La Autora de este artículo es escritora y doctora en Lengua Hebrea, Literaturas y Cultura Judía de la Universidad de São Paulo.
El original en portugués fue traducido al castellano por el director de OJI, Pedro Olschansky.

................Conciencia negra no se reduce solamente a Zumbi de los Palmares. Hay muchas otras historias para ser contadas. Habiendo sido noviembre el “Mes de la Conciencia Negra”, no dejaremos de lado las historias agradables. ¿Sabía usted que hay judíos negros? En el África hay dos pueblos muy antiguos que apenas recientemente fueron reconocidos como judíos: los “falashas” y los Lemba.

Los científicos afirmaron que el ancestro común a los lemba y los cohanim vivió entre 2.600 y 3.100 años atrás. Según la tradición judía, ese período coincide con el período en que vivió de Aarón, el hermano de Moisés, de quien descienden los cohanim. Probablemente, Aarón fue, pues, también el gran antepasado de los negros lemba......................Los “falashas” (esta es una designación peyorativa, que significa “extranjero”), o como ellos se denominan a sì mismos, Beta Israel (Casa de Israel), son absolutamente negros como los demás etíopes. En Etiopía constituían una comunidad atrasada y encerrada en sí misma, habiendo preservado intactos usos y costumbres que se remontan a más de dos milenios, describiéndose a sí mismos como
descendientes de la tribu perdida de Dan y vástagos de la unión entre Menelik, hijo del rey Salomón con la reina etíope de Saba.
Pueblo Lemba:
Video: