martes, 31 de marzo de 2009

79 años del Mestre Arthur Emídio.

FOTO:Mestres Arthur Emídio e A.L.Lacé(gentileza de A.L.Lacé)
----- Original Message ----- From: André Luiz Lacé Monday, March 30, 2009 6:01 AM:

Prezados amigos,Pernoitamos em Petrópolis, onde fomos aplaudir estréia de peça teatral de velho amigo. Pensava, na "subida" visitar o Grande Mestre Artur Emídio, na Caneca Fina, em Guapimirim.Puro erro de cálculo (geográfico), posto que Caneca Fina fica na subida, sim, mas para Teresópolis.Voltando, ontem, domingo, tomei coragem - já não sou mais criança - alonguei o percurso e dei um pulo até o Artur. Afinal, dia 31, terça-feira, ele completa 79 anos!Chegando lá, de saída, Dilcéa Maria, que tinha comprado na estrada um gigantesco cacho de banana nanica, cortou metade e deu para ele. Como sabia que o liquidificador dele tinha quebrado (ele não passa sem uma vitamina de frutas, no que faz muito bem), levei um 0 Km de presente e mais uns bagulhetes.Seria uma demonstração de grandeza e maturidade se as lideranças capoeiristicas do Rio de Janeiro fizessem alguma coisa sobre isso. Quem mais lucraria com tal iniciativa, seriam essas próprias lideranças.Não sei se vocês estão a par do livro do Formado Comprido (Sevilha), as pesquisas de Dom Javier (Astúrias, também Espanha. o "organigrama" que fez é muito interessante), de Mestre Leopoldo Vaz (Maranhão), de Cavalheiro (Sorocaba), Carlos Eduardo (Canadá e Brasília), Miltinho Astronauta (Toronto), professor-doutor Luiz Sérgio Dias o e alguns outros mais. O fato é que pouco a pouco vai se formando uma rede de pesquisadores independentes de primeira linha. Claro, não concordo com grande parte do livro do Formado Comprido, mas entendo que é o melhor sobre a chamada Capoeira "Regional", incluindo-se aí todas as fantasias, contradições e marketing excessivo.Em pouco tempo teremos a verdadeira História da Capoeira a alcance do mundo. Isso é muito bom.Bueno, o celular de Artur é 9798-1815, sugiro que, de hoje para amanhã, vocês gastem não mais de 30 segundos de suas respectivas vidas e telefonem para o velho mestre, dando um "alô" pelo aniversário.O ideal seria que, todos nós criássemos condições para uma aposentadoria justa (prestou, sim, relevantes serviços à Capoeiragem) decente, mas, na impossibilidade disso, pelo menos um telefonema rápido (nem interurbano é).André Luiz Lacé Em tempo: Há um estratagema manjado de se fingir que não se conhece ou que não se leu, para não reconhecer mérito de terceiros e poder plagiar à vontade. Felizmente, não é regra geral. Mestre Acordeom, por exemplo, bom capoeirista e bom caráter, em seu primeiro livro, deu depoimento sincero, desassombrado e definitivo sobre o grande Mestre Artur Emídio de Oliveira (veja também em anexo).

Antigo guerreiro sonha agora promover a paz

foto:Competición de Silat.
Timor. Ex-líder da Fretilin-Mudança já esteve detido nas três prisões do país Simião Salsinha, aliás 'Simion', aliás 'Sylin', aliás 'Cowboy', aprendeu na prisão uma linguagem nova "para a unidade de Timor-Leste", tão literal que se escreve num novo alfabeto.
.................'Cowboy', 22 anos, passou por vários grupos de silat (termo genérico para as artes de combate do mundo malaio) e baku malu (o termo timorense para "andar à porrada") até encontrar no KORK e em Naimori "o pensamento certo".
"KORK quer dizer mais ou menos 'O Bravo Sozinho no Meio' (da Batalha). É um grupo com raiz na tradição de Timor e na religião católica", explica 'Cowboy'.
Como vários outros grupos de artes marciais e rituais em Timor-Leste, o KORK vive na fronteira entre prática desportiva, organização de juventude, seita espiritual e milícia informal. A vida do grupo tocou várias vezes a zona de sombra onde as margens da política desafiam as margens da lei. Líderes como 'Cowboy' prestaram contas por isso.
http://dn.sapo.pt/Inicio/Interior.aspx?content_id=1149004

Capangas de Timor-"Formigas negras"

foto: http://www.persaudaraan-setia-hati.net/
16/11/2006 10:25

Novos confrontos deixam ao menos 4 mortos no Timor Díli, 16 Nov (Lusa)

- Pelo menos quatro pessoas morreram nesta quarta-feira ao sul da capital do Timor Leste, Díli, em novos confrontos entre grupos rivais, que deixaram ainda vários feridos e dez casas incendiadas, disseram nesta quinta à Agência Lusa fontes da ONU e do governo do país asiático. Os incidentes ocorreram na aldeia de Haturema, distrito de Ermera, cerca de 60 quilômetros ao sul de Díli, e envolveram integrantes do grupo Colimau 2000, que rejeita a autoridade do Estado, e da organização de artes marciais Perguruan Silat Setia Hati (PSHT), também conhecido como “Formigas Negras”. Segundo testemunhos de moradores de Haturema, os incidentes foram provocados por membros do Colimau 2000, que atacaram integrantes do PSHT. Uma fonte do gabinete do primeiro-ministro timorense, José Ramos Horta, disse à Agência Lusa que o chefe de governo visitou a área do confronto nesta quinta-feira, acompanhado do ministro do Interior, Alcino Barris. Após a visita do premiê, oficiais malaios, que integram o contingente policial da ONU (Unpol, na sigla em inglês), a Polícia Nacional do Timor (PNTL) e militares australianos permaneceram no local investigando o incidente, não havendo confirmação de registro de detenções. Este é o caso de violência mais grave desde que na última segunda-feira jovens de grupos rivais, incluindo pertencentes a escolas de artes marciais, deixaram de lado as divergências e realizaram manifestações em prol da paz por ruas de Díli.

lunes, 30 de marzo de 2009

Crônica sobre Capoeira

Crônica sobre Capoeira, com algumas informações sobre a Pernada de Sorocaba e a Tiririca da capital paulista, ambas uma espécie de "capoeira primitiva" do Estado de São Paulo.
Nota do Editor:
À convite da Tribuna Metropolitana - um jornal quinzenal que circula nas zonas norte e sul da capital - tenho escrito algumas crônicas para uma coluna cujo título é Capoeireiro. O objetivo tem sido o de compartilhar informações e pontos de vistas sobre nossa Capoeira. No mês de Julho de 2005 publicamos uma crônica sob o título "Capoeira, Pernada & Tiririca na Terra da Garoa". Com o lançamento do Documentário "Pernada em Sorocaba - Ginga Pela Arte...Ginga Pela Sobrevivência", previsto para ocorrer dia 19 de Novembro de 2005 na Cidade de Sorocaba (SP), achei por bem republicar tal crônica também em nosso Jornal. É o que faço agora.
Capoeiristicamente, Miltinho Astronauta
http://emnomedosamba.blogspot.com/2009/03/capoeireiro-capoeira-pernada-tiririca.html

domingo, 29 de marzo de 2009

Capoeira Universal

foto:La malicia del Bersilat.
NOTA DE JAVIER RUBIERA,Vice pte de FICA:
Estimados pesquisadores,en nuestra sala de pesquisa tenemos datos objetivos relacionados con la Capoeira Regional que parte de la huída de Zeca Floriano en 1895 para trabajar en un circo por todo el Brasil y que tenemos fotografiado en 1905 con el uniforme de Jiu Jitsu antiguo.Tenemos datos de japoneses que ya en estas fechas ,(fin del XIX) en Brasil ,y trabajaron en estos circos atravesando todo el país y moviéndose en navió, a falta de "estradas de ferro", incluso de la "Companhia de Navegaçao Bahiana" donde era Capitán Nozinho Bento,"Bentinho", Mestre de Bimba. Cisnando,y otros cearenses, que ya conocían las artes marciales, ya presentadas en circos en Ceará antes de ir, estos, a estudiar a Bahía. Motivaron (más Cisnando) a Bimba para desarrollar este arte Brasileño también basado en el método de Annibal Burlamaqui, amigo de Cisnando, con el cual se telefoneaba a menudo. En este punto no debemos olvidar que la Capoeira Regional tiene un patrón corporal idéntico al Ladja de Martinica y al Moringue Reuniones y,que nacen de la aculturación del Bersilat(ritual)-Pencak Silat(lucha) malayos y la Ringa Malgache.

DIAMANGA es un arte marcial perdido en Madagascar ,de origen malayo y que no se aculturó pero se perdió y también ligado al patron corporal del Pencak(lucha), recordando que una de sus variantes (150 variantes) ,el Bersilat(ritual) sigue la misma corporaleidad que la Capoeira Antigua (Angola), cosa que Patinha heredó de Benedito y que con el tiempo mantuvo viva olvidando la parte "Lucha"de esta arte marcial y centrandose en el "Ritual"que quizás el Capitán Bentinho (ó su maestro) también pudo conocer ,por su condición de marinero y grumete,quizás "Na Carreira da India" donde en Fort Dauphín(Sur de Madagascar) paraban los navíos hasta por tres meses por los temporales y falta de vientos monzónes en el Indico para pasar a Asia y viceversa. En Fort Dauphin se pudierno aprender artes marciales aculturadas y nó ,de todo el mundo.
Cyriaco ,es un caso similar que encaja más en el conocimiento del DIAMANGA ,Ringa o Moringue.

martes, 24 de marzo de 2009

Ginga e Ringa?

Ginga Brasil é Ringa de Madagascar?. A questão merece estudo. Ringa é uma arte de combate aculturado no Madagascar envolvendo a cultura Malaya, e a Bantu -Swahili.En-Brasil, a letra "j" é prununcia "r". Meu nome é "Javier" e o son brasileiro e "Ravier." A arte dos malgaxes, Ringa ou Moringue foi para a Ilha de Reunião (Moraingue, Martinica (ladja ou Danmyé), Brasil (Capoeira Regional). O tambor aparece criolha em todos estes manifetaçoes corporais.

http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/10/capoeira-damb.html
http://www.youtube.com/watch?v=BZxE__PDF6M
http://www.youtube.com/watch?v=jjK6nMsvI7Q&feature=related
procurar videos de Ringa,Moringue,Ladja:http://salavideofica.blogspot.com/
VIDEO: Samba á Paulista:http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=vNJvlTvQ_bE

lunes, 23 de marzo de 2009

CAPOEIRA EM MERCADORIA

foto:1936-Bimba,Delfino y Cisnando:Conclusión curso de Regional: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/1936-clube-uniao-em-apuros-cisnando-y.html

O PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DA CAPOEIRA EM MERCADORIA:
ELEMENTOS PARA A COMPREENSÃO DA CAPOEIRA MODERNA
Benedito Carlos Libório Caires Araújo
Mestrando do PPGE do CED/UFSC
Membro do MOVER da LEPEL/UFBA
Bolsista FAPESB – CAPES


Concluímos que, as transformações da capoeira – da marginalidade à aceitação social – estão essencialmente ligadas a sua
Benedito Carlos Libório Caires Araújo
adaptação a forma mercadoria, o que não seria possível sem que o valor de uso da capoeira saísse do horizonte do produtor e fosse socialmente reconhecido pelos consumidores, nas décadas de 1930 e 1940. A necessidade do Mestre Bimba, por sua vez, era o que Marx denomina “[...] meio de subsistência” (MARX, 1988, p. 45), necessitava, em outras palavras, trocar o produto do seu trabalho por outras mercadorias (comida, moradia, lazer, vestimentas etc...) ali materializada enquanto um conhecimento prático da ‘Luta Regional Baiana’ em forma de aula.Assim, a capoeira quando subsumida a relação de mercadoria, ocorre um
distanciamento daquele que a produz, ou seja, um estranhamento do homem com produto de seu trabalho.O que os representantes da Luta Regional consideravam uma evolução, nós consideramos o inicio do estranhamento entre produto e produtor, em suas próprias palavras “Eu tirei a capoeira debaixo da pata do boi [...]” (BIMBA, apud DECÂNIO FILHO, 1996-B). Nós acreditamos na superação da capoeira enquanto mercadoria, pela capoeira enquanto uso universal e atrelado a sua história enquanto produto do trabalho humano.Partindo desse momento reflexivo, concluímos que para a superação da atual condição da capoeira enquanto mercadoria é necessário entender suas determinações mais gerais como o seu movimento específico, realçando a importância do aprofundamento histórico, dissecando seus elementos fundantes, pois trata-se do alvo a ser atingido, a forma privada de produção e reprodução da vida.Por essas razões é que estruturamos o argumento para pensar uma capoeira que se
estruture de acordo com as necessidades atuais dos trabalhadores, que tenha no horizonte a
revolução socialista.
http://www.cbce.org.br/cd/resumos/245.pdf.

jueves, 19 de marzo de 2009

"Capoeira de rua"

FICA - Prof. Sergio Vieira <capoeira.fica@gmail.com>
para"Vicepresidente -- FICA." <capoeira.espanha@gmail.com>
fecha19 de marzo de 2009 15:17asunto-Capoeira de rua
Olá Javier Bom dia. Esta expressão "capoeira de rua" tem dois sentidos. 1- Histórico - define o processo histórico de ocupação dos espaços públicos pelos praticantes de capoeira, como uma forma de resistência política e cultural.2- Contemporâneo - define um procedimento pelo qual as atuais gerações de capoeiristas exercem suas liberdades por meio da prática da Capoeira de modo anárquico, isto é, sem a formalidade de regras desportivas ou de um grupo.Obs.: Nos dois sentidos Capoeira ocupou e ainda ocupa espaços por meio da violência, resultando muitas vezes em repressões policiais ou até mesmo a proibição desta prática, como se dá, vez por outra, na Praça da República, em São Paulo ou, como como ocorre em alguns países da Europa, a proibição de brasileiros em participarem das Rodas de Capoeira. Se desejar pode publicar isto.
Saudãções Sergio

miércoles, 11 de marzo de 2009

Jorge Amado & Mestre Pastinha "Una visión Deportivo-Cultural de la Capoeira Angola"



.....O escritor Jorge Amado também reage às transformações realizadas por Bimba, publicando o seguinte trecho, em que afirma abertamente a sua posição: Trava-se atualmente nos arraiais da capoeira na Bahia uma grande discussão. Acontece que mestre Bimba foi ao Rio de Janeiro mostrar aos cariocas da Lapa como é que se joga capoeira. E lá aprendeu golpes de catch-as-catch-can, de jiu-jitsu, de boxe. Misturou tudo isso à capoeira de Angola, aquela que nasceu de uma dança dos negros, e voltou à sua cidade falando numa nova capoeira, a “capoeira regional”. Dez capoeiristas dos mais cotados me afirmaram, num amplo e democrático debate que travamos sobre a nova escola de mestre Bimba, que a “regional” não merece confiança e é uma deturpaçãoda velha capoeira “angola”, a única verdadeira. (Amado, 1958: 185)


.....O capoeirista deve ter em mente que a Capoeira não visa, exclusivamente, preparar o indivíduo para o ataque ou a defesa contra uma agressão, mas, desenvolver, ainda, por meio de exercícios físicos e mentais, um verdadeiro estado de equilíbrio psico-físico, fazendo do capoeirista um autêntic o desportista, um homem que sabe dominar-se antes de dominar o adversário. (Mestre Pastinha, 1964: 35)


.....No começo é que foi bom, capoeira era luta mesmo, era briga mortal. Por isso é que não pode ser esporte (...). Para o capoeirista brigar, tem que dar o golpe com força mortal. Por isso que agora se faz o jogo de capoeira à distância maior que o normal, mais lenta, para não acertar, para não matar ninguém. (O Estado de São Paulo , 16 de novembro de 1969)

"Navalha não corta seda": Estética e Performance no Vestuário do Malandro*

"Navalha não corta seda": Estética e Performance no Vestuário do Malandro*
Aos poucos, sob a imagem do malandro estilizado, sempre elegante e alinhado, que mais prefere o jogo, a lábia, o conto, o golpe, surge o capoeira das lutas políticas nas ruas, os valentes de petrópolis e navalhas à mão, que fazem da violência mais do que um ganha pão, senão um estilo de vida21. Era assim no tempo do Camisa Preta.

21É notório o parentesco entre o malandro e o capoeira, embora sejam personagens distintos. Inicialmente, a diferença consiste no fato de o capoeira, enquanto grupo social, estar relacionado à política do Brasil Império, ao passo que o malandro se confunde com o sambista. Porém, ambos são personagens identificados com o espaço urbano, sendo protagonistas de uma verdadeira cultura das ruas. Os capoeiras sofreriam duríssima repressão republicana até sua extinção, no início do século XX. Entre outras coisas, contribui para manter a confusão entre o malandro e o capoeira, além da presença de outros adjetivos como bambas e vadios, o fato de uns e outros tomarem emprestado objetos e técnicas corporais que os caracterizam, por exemplo, a navalha, o jogo da capoeira, o vestuário. Mesmo que o simbólico terno de linho branco do vestuário malandro esteja associado à profissionalização do sambista a partir dos anos 30 ou, como identifica Claúdia Matos, op. cit., a política estado novista obrigou o malandro a regenerar-se, nos anos 40, encontrando no seu traje um modo de se apresentar como bom moço; posteriormente, nos anos 50, nos tempos da chanchada, o malandro tiraria o terno e, no seu lugar, passaria a usar uma camisa listrada, o fato é que, já na época dos capoeiras, ocasionalmente, a elegância no vestir já era preocupação de alguns indivíduos. São inúmeras as referências neste sentido, a começar pelos lenços brancos e vermelhos, usados no pescoço, que funcionam como símbolos de identificação das duas principais maltas da época: guaiamus e nagoas. A este respeito, ver, principalmente, Carlos Eugênio Soares, A Negregada Instituição – Os Capoeiras no Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, SC-DGDI-DE-RJ, 1994, p. 335; [ ]e Marcos Luiz Bretas, "Navalhas e Capoeiras – Uma Outra Queda", Ciência Hoje – Especial República, Rio de Janeiro, n. 59, novembro de 1989, pp. 56-64. [ ]
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042006000100007&lng=e&nrm=iso&tlng=e#top21

lunes, 9 de marzo de 2009

Campari International Maganize,ENTREVISTA Sergio Vieira,pte de FICA

Campari International Maganize, páginas 70 / 73 .Autumn / Winter 2008
Campari Magazine n°22
http://www.camparigroup.com/media/pdf/Campari_Issue_22.pdf

domingo, 8 de marzo de 2009

Mestre Ananias


Vindo da Bahia, Ananias Ferreira chegou à cidade de São Paulo no ano de 1953. Aos 83 anos, Mestre Ananias é um capoeirista ativo e atuante no cenário popular. Além da sua marcante presença na roda da Praça da República (desde sua formação até hoje), está sempre presente nas inúmeras rodas de capoeira pelo país. Por suas características populares tradicionais e pela autenticidade do trabalho que realiza, Ananias é indiscutível referência para a capoeira paulistana e é tido como um pai para muitos, inclusive reconhecendo como alunos capoeiristas de outras linhagens. A partir do início dos anos 90, jovens capoeiristas reconheceram e identificaram a necessidade de aprofundar a relação mestre-discípulo. Desde então, seu legado tem sido valorizado e preservado, por meio da gravação do Documento em CD e da abertura da sua escola, entre outros projetos com a cultura brasileira.