Congratulations to the Federation Board of Jamaica and especially Capoeira Mestre Miguel Machado for their help.
martes, 22 de junio de 2010
domingo, 20 de junio de 2010
Y, por supuesto, piragüismo
Pepe Rubiera, que llegó a practicar ocho deportes, Fútbol, atletismo, automovilismo, tiro olímpico, motociclismo, boxeo, rugby, kárate y, por supuesto, piragüismo. Pepe Rubiera ha tocado casi todos los palos en el deporte y, finalizada la etapa de practicante, se ha quedado en el mundo de la piragua. Impulsó desde la nada un club, el Oviedo Kayak, que se ha convertido en un modelo para bastantes. Le ha costado muchos disgustos y dinero, ha amagado con irse varias veces por la falta de ayudas, pero ahí sigue porque es su gran pasión. Para suerte de un puñado de palistas que, gracias a la insistencia de su presidente, tienen por fin un sitio digno donde entrenarse y cambiarse.
José Rubiera Cuervo (Oviedo, 20 de septiembre de 1948) empezó, como casi todos los niños de aquella época, jugando al fútbol. Pronto, con tan sólo 15 años, lo compaginó con el boxeo, incluso en Berna (Suiza), donde vivió un tiempo por el trabajo de su padre. De regreso a Asturias llegó a disputar siete combates como profesional y se retiró invicto. Después pasó al kárate, que tuvo que dejar por una lesión de rodilla jugando al rugby.
Las circunstancias le llevaron al piragüismo, en el que coleccionó numerosos trofeos, y después al automovilismo (récord de la Vuelta a España con un Renault 12 TS), tiro olímpico, motociclismo (trial) y, finalmente, al atletismo. «Terminé maratones y medias maratones, pero no pude ir más allá porque ya era muy veterano». Cuando su cuerpo dijo basta, Rubiera traspasó la pasión deportiva a sus hijos, María y José Carlos. Ellos fueron su principal motivación para crear el Club Oviedo Kayak.
«Una vez alguien me dijo que en el deporte hay listos y tontos. Si los tontos nos marchásemos, esto se acabaría».
http://www.lne.es/deportes/2010/03/22/supuesto-piraguismo/890014.html
( 1969) TENERIFE GANÓ LOS CAMPEONATO DE ESPAÑA DE BOXEO AMÁTEUR
LAS ONCE CORONAS
LOS CUATRO REPRESENTANTES DE CATALUÑA SE ADJUDICARON OTROS TANTOS TÍTULOS:
Peso ligero: Campeón, Felipe González (Tenerife). Subcampeón, José Rubiera (Galaico-Astur.).
FUENTE: El Mundo Deportivo, Domingo 4 de Mayo de 1969
Pepe Rubiera, que llegó a practicar ocho deportes, Fútbol, atletismo, automovilismo, tiro olímpico, motociclismo, boxeo, rugby, kárate y, por supuesto, piragüismo. Pepe Rubiera ha tocado casi todos los palos en el deporte y, finalizada la etapa de practicante, se ha quedado en el mundo de la piragua. Impulsó desde la nada un club, el Oviedo Kayak, que se ha convertido en un modelo para bastantes. Le ha costado muchos disgustos y dinero, ha amagado con irse varias veces por la falta de ayudas, pero ahí sigue porque es su gran pasión. Para suerte de un puñado de palistas que, gracias a la insistencia de su presidente, tienen por fin un sitio digno donde entrenarse y cambiarse.
José Rubiera Cuervo (Oviedo, 20 de septiembre de 1948) empezó, como casi todos los niños de aquella época, jugando al fútbol. Pronto, con tan sólo 15 años, lo compaginó con el boxeo, incluso en Berna (Suiza), donde vivió un tiempo por el trabajo de su padre. De regreso a Asturias llegó a disputar siete combates como profesional y se retiró invicto. Después pasó al kárate, que tuvo que dejar por una lesión de rodilla jugando al rugby.
Las circunstancias le llevaron al piragüismo, en el que coleccionó numerosos trofeos, y después al automovilismo (récord de la Vuelta a España con un Renault 12 TS), tiro olímpico, motociclismo (trial) y, finalmente, al atletismo. «Terminé maratones y medias maratones, pero no pude ir más allá porque ya era muy veterano». Cuando su cuerpo dijo basta, Rubiera traspasó la pasión deportiva a sus hijos, María y José Carlos. Ellos fueron su principal motivación para crear el Club Oviedo Kayak.
«Una vez alguien me dijo que en el deporte hay listos y tontos. Si los tontos nos marchásemos, esto se acabaría».
http://www.lne.es/deportes/2010/03/22/supuesto-piraguismo/890014.html
( 1969) TENERIFE GANÓ LOS CAMPEONATO DE ESPAÑA DE BOXEO AMÁTEUR
LAS ONCE CORONAS
LOS CUATRO REPRESENTANTES DE CATALUÑA SE ADJUDICARON OTROS TANTOS TÍTULOS:
Peso ligero: Campeón, Felipe González (Tenerife). Subcampeón, José Rubiera (Galaico-Astur.).
FUENTE: El Mundo Deportivo, Domingo 4 de Mayo de 1969
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1969 -CAMPEONATO DE ESPAÑA DE BOXEO AMÁTEUR
lunes, 14 de junio de 2010
Capoeira Angola do Maranhão
CAPOEIRA ANGOLA DO MARANHÃO
CARMO (2006) [1] em seu NA RODA DA CAPOEIRA – um estudo semântico-lexical da mandinga angoleira dentro do projeto ALiMA – o português falado no Maranhão, tem como objetivo contribuir para o conhecimento da realidade lingüístico-cultural do Maranhão. Dessa forma a autora investigou o universo da capoeira Angola em São Luís do Maranhão, elaborando, ao final um glossário da Capoeira Angola.
Em visita à várias casas de capoeiras, realizou entrevistas, aplicadas a um aluno, um professor e três mestres de capoeira, cinco informantes, visando à elaboração do glossário. Está organizado em
a) termos pertencentes aos campos semânticos selecionados:
1. Instrumentos musicais – composto de termos que nomeiam os tipos de instrumentos utilizados nas rodas de capoeira;
2. Movimentos – composto de termos que denominam os movimentos defensivos e desequilibrantes;
3. Golpes – composto de termos que nomeiam os tipos de golpes de ataque e defesa utilizados nas rodas de capoeira;
4. Toques – composto de termos que nomeiam os tipos de toques feitos nos berimbaus e usados para entoar os cânticos na roda de capoeira.
b) termos não inseridos nos campos selecionados, porém registrados durante a pesquisa.
Os verbetes do glossário estão organizados obedecendo a seguinte estrutura: termo-entrada + categoria gramatical + gênero + definição + remissivas + variantes.
A autora traz a seguinte classificação dos movimentos básicos, segundo o Mestre Bola Sete, em Capoeira na Bahia[2]: quinze movimentos (quatro defensivos, quatro desequilibrantes e sete golpes, sendo, respectivamente: ginga, negativa, role e aú; rasteira, banda, tesoura, boca-de-calça; rabo-de-arraia; meia-lua, ponteira, chibatada, chapa, joelhada e cabeçada.
MOVIMENTOS DEFENSIVOS E DESEQUILIBRANTES
Aú. s.m. Consiste em um salto com as pernas para o ar, fazendo apoio com as mãos no solo, voltando, em seguida, à posição inicial. Usado para entrar na roda. É um movimento defensivo.
Banda. s.f. o capoeira se aproxima encaixando uma perna atrás do corpo do adversário, calçando-o e procurando derrubá-lo com o auxílio do braço ou da cabeça. É um movimento desequilibrante.
Boca-de-calça. s.f. o capoeira abaixa o corpo e segura a ‘boca de calça’ ou a perna do adversário, puxando-a em sua direção, derrubando-a para trás. É um movimento desequilibrante.
Ginga. S.f. o principal movimento da capoeira. O capoeirista se movimenta com o corpo para a direita e para a esquerda, com a intenção de confundir o seu adversário e se colocar em posição adequada para o ataque. Movimento defensivo.
Negativa. S.m. Movimento em que o capoeirista se abaixa, rapidamente, apoiando-se no chão com uma mão e um pé. Pode ser dado de lado ou de frente. É um movimento defensivo.
Rasteira. S.f. O capoeirista aplica uma ‘varredura’, isto é, encaixa o pé na altura do calcanhar do adversário, procurando derrubá-lo no chão. É um movimento desequilibrante.
Rolê. S.m. O capoeirista rola o corpo rapidamente no chão, com o auxílio das mãos e dos pés, afastando-se ou aproximando-se do adversário. É um movimento defensivo.
Tesoura. S.f. É um movimento desequilibrante, em que o capoeirista encaixa as duas pernas na altura dos joelhos do adversário e, com uma girada de corpo, procura derrubá-lo no chão.
GOLPES DE ATAQUE E DE DEFESA
Cabeçada. S.f. Movimento de ataque em que o capoeirista lança a cabeça no abdômen, no peito ou no rosto do adversário.
Chapa de costas. S.f. é um golpe de coxa erguida, desferido com a planta do pé, na altura do plexo solar, ou em qualquer parte do corpo do adversário. Pode ser aplicado de frente, de lado, ou solto (quando é aplicado sem apoio das mãos no solo),
Chibatada. S.f. Golpe aplicado com o dorso do pé, de preferência à altura dos rins, do rosto e plexo solar do adversário.
Joelhada. S.f. Só é aplicado quando o capoeirista está bem próximo do adversário. Os órgãos genitais e a coxa são os locais mais visados para aplicá-la.
Meia-lua. S.f. è um golpe em forma de meia-lia nas combinações de golpes. Pode ser usado para tingir o adversário com as faces laterais do pé., de preferência, na cabeça. Pode ser dado de frente e de lado.
Ponteira. S.f. É um golpe de fácil aplicação e bastante perigoso. O capoeirista leva a perna ao local desejado com bastante rapidez e a recolhe imediatamente. Desferido com a ponta do pé nos órgãos genitais, no joelho e embaixo do queixo do adversário.
Rabo-de-arraia. S.f. O capoeirista gira o corpo na direção do adversário com uma perna flexionada, servindo de apoio no solo juntamente com as mãos e com a outra perna, completamente estirada, procura atingi-lo com o calcanhar na altura dos rins ou da cabeça. Esse golpe é, também, denominado, em outras vertentes da capoeira, de meia-lua de compasso.
[1] CARMO, Rosangela Maria Costa Pinto do. NA RODA DA CAPOEIRA – um estudo semântico-lexical da mandinga angoleira. In RAMOS, Conceição de Maria de Araújo; ROCHA, Maria de Fátima Sopas; BEZERRA, José de Ribamar Mendes. (Org.). A DIVERSIDADE DO PORTUGUÊS FALADO NO MARANHÃO: O Atlas Lingüístico do Maranhão em foco. São Luís: EDUFMA, 2006, p. 80-103.
[2] BOLA SETE, Mestre. A capoeira na Bahia. 4 ed. Rio de janeiro: Pallas, 2003.
http://cev.org.br/comunidade/maranhao/debate/arquivo/tema/capoeira
CARMO (2006) [1] em seu NA RODA DA CAPOEIRA – um estudo semântico-lexical da mandinga angoleira dentro do projeto ALiMA – o português falado no Maranhão, tem como objetivo contribuir para o conhecimento da realidade lingüístico-cultural do Maranhão. Dessa forma a autora investigou o universo da capoeira Angola em São Luís do Maranhão, elaborando, ao final um glossário da Capoeira Angola.
Em visita à várias casas de capoeiras, realizou entrevistas, aplicadas a um aluno, um professor e três mestres de capoeira, cinco informantes, visando à elaboração do glossário. Está organizado em
a) termos pertencentes aos campos semânticos selecionados:
1. Instrumentos musicais – composto de termos que nomeiam os tipos de instrumentos utilizados nas rodas de capoeira;
2. Movimentos – composto de termos que denominam os movimentos defensivos e desequilibrantes;
3. Golpes – composto de termos que nomeiam os tipos de golpes de ataque e defesa utilizados nas rodas de capoeira;
4. Toques – composto de termos que nomeiam os tipos de toques feitos nos berimbaus e usados para entoar os cânticos na roda de capoeira.
b) termos não inseridos nos campos selecionados, porém registrados durante a pesquisa.
Os verbetes do glossário estão organizados obedecendo a seguinte estrutura: termo-entrada + categoria gramatical + gênero + definição + remissivas + variantes.
A autora traz a seguinte classificação dos movimentos básicos, segundo o Mestre Bola Sete, em Capoeira na Bahia[2]: quinze movimentos (quatro defensivos, quatro desequilibrantes e sete golpes, sendo, respectivamente: ginga, negativa, role e aú; rasteira, banda, tesoura, boca-de-calça; rabo-de-arraia; meia-lua, ponteira, chibatada, chapa, joelhada e cabeçada.
MOVIMENTOS DEFENSIVOS E DESEQUILIBRANTES
Aú. s.m. Consiste em um salto com as pernas para o ar, fazendo apoio com as mãos no solo, voltando, em seguida, à posição inicial. Usado para entrar na roda. É um movimento defensivo.
Banda. s.f. o capoeira se aproxima encaixando uma perna atrás do corpo do adversário, calçando-o e procurando derrubá-lo com o auxílio do braço ou da cabeça. É um movimento desequilibrante.
Boca-de-calça. s.f. o capoeira abaixa o corpo e segura a ‘boca de calça’ ou a perna do adversário, puxando-a em sua direção, derrubando-a para trás. É um movimento desequilibrante.
Ginga. S.f. o principal movimento da capoeira. O capoeirista se movimenta com o corpo para a direita e para a esquerda, com a intenção de confundir o seu adversário e se colocar em posição adequada para o ataque. Movimento defensivo.
Negativa. S.m. Movimento em que o capoeirista se abaixa, rapidamente, apoiando-se no chão com uma mão e um pé. Pode ser dado de lado ou de frente. É um movimento defensivo.
Rasteira. S.f. O capoeirista aplica uma ‘varredura’, isto é, encaixa o pé na altura do calcanhar do adversário, procurando derrubá-lo no chão. É um movimento desequilibrante.
Rolê. S.m. O capoeirista rola o corpo rapidamente no chão, com o auxílio das mãos e dos pés, afastando-se ou aproximando-se do adversário. É um movimento defensivo.
Tesoura. S.f. É um movimento desequilibrante, em que o capoeirista encaixa as duas pernas na altura dos joelhos do adversário e, com uma girada de corpo, procura derrubá-lo no chão.
GOLPES DE ATAQUE E DE DEFESA
Cabeçada. S.f. Movimento de ataque em que o capoeirista lança a cabeça no abdômen, no peito ou no rosto do adversário.
Chapa de costas. S.f. é um golpe de coxa erguida, desferido com a planta do pé, na altura do plexo solar, ou em qualquer parte do corpo do adversário. Pode ser aplicado de frente, de lado, ou solto (quando é aplicado sem apoio das mãos no solo),
Chibatada. S.f. Golpe aplicado com o dorso do pé, de preferência à altura dos rins, do rosto e plexo solar do adversário.
Joelhada. S.f. Só é aplicado quando o capoeirista está bem próximo do adversário. Os órgãos genitais e a coxa são os locais mais visados para aplicá-la.
Meia-lua. S.f. è um golpe em forma de meia-lia nas combinações de golpes. Pode ser usado para tingir o adversário com as faces laterais do pé., de preferência, na cabeça. Pode ser dado de frente e de lado.
Ponteira. S.f. É um golpe de fácil aplicação e bastante perigoso. O capoeirista leva a perna ao local desejado com bastante rapidez e a recolhe imediatamente. Desferido com a ponta do pé nos órgãos genitais, no joelho e embaixo do queixo do adversário.
Rabo-de-arraia. S.f. O capoeirista gira o corpo na direção do adversário com uma perna flexionada, servindo de apoio no solo juntamente com as mãos e com a outra perna, completamente estirada, procura atingi-lo com o calcanhar na altura dos rins ou da cabeça. Esse golpe é, também, denominado, em outras vertentes da capoeira, de meia-lua de compasso.
[1] CARMO, Rosangela Maria Costa Pinto do. NA RODA DA CAPOEIRA – um estudo semântico-lexical da mandinga angoleira. In RAMOS, Conceição de Maria de Araújo; ROCHA, Maria de Fátima Sopas; BEZERRA, José de Ribamar Mendes. (Org.). A DIVERSIDADE DO PORTUGUÊS FALADO NO MARANHÃO: O Atlas Lingüístico do Maranhão em foco. São Luís: EDUFMA, 2006, p. 80-103.
[2] BOLA SETE, Mestre. A capoeira na Bahia. 4 ed. Rio de janeiro: Pallas, 2003.
http://cev.org.br/comunidade/maranhao/debate/arquivo/tema/capoeira
viernes, 11 de junio de 2010
CAPOEIRA NO MARANHÃO DOS ANOS 60
O MESTRE SAPO1, A PASSAGEM DO QUARTETO ABERRÊ2 POR SÃO LUÍS E A (DES)CONSTRUÇÃO DO “MITO” DA “REAPARIÇÃO” DA CAPOEIRA NO MARANHÃO DOS ANOS 60
Este o título de artigo publicado por ROBERTO AUGUSTO A. PEREIRA na revista Recorde: Revista de História do Esporte Volume 3, número 1, junho de 2010
http://www.sport.ifcs.ufrj.br/recorde/pdf/recordeV3N1_2010_16.pdf
Roberto é autor do “livreto” (como ele mesmo o disse, quando do lançamento, e usei o termo quando de uma critica que escrevi sem sentido pejorativo, como alguns capoeiras o desejaram…) RODA DE RUA memória da Capoeira do Maranhão da década de 70 do Século XX, EDUFMA, 2009, 28 p.
Informações relevantes sobre a Capoeira ludovicense. Utiliza-se da monografia do Ms Nelsinho - MARTINS, Nelson Brito. Uma análise das contribuições de Mestre Sapo para a capoeira em São Luís. 58 f. Monografia (Graduação em Educação Física) – Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MA, 2005 – e da de SOUSA, Augusto Cássio Viana de Soares. A capoeira em São Luís: dinâmica e expansão no século XX dos anos 60 aos dias atuais. 72 f. Monografia (Graduação em História) – Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2002; e claro, de seu livro PEREIRA, Roberto Augusto A. Roda de Rua: memórias da capoeira do Maranhão da década de 70 do século XX. São Luís: EDUFMA, 2009.
Além de alguns clássicos. como Rego, Soares, Assunção, Vieira, e artigos de jornais de São Luís, da época do período estudado – anos 60 e 70. Serve-se da história oral, com depoimento de alguns protagonistas da história da capoeira no/do Maranhão…
Lamento que “não conheça” meus estudos sobre capoeira no/do Maranhão… mas isso não invalida seu texto, apenas o enriqueceria…
De qualquer forma, Parabéns, Professor (de História) Roberto por mais este trabalho. Agradeço o envio – ‘apenas’ seis mensagens por diversos canais. Le com entusiasmo e o salvei na Pasta Capoeira – história além de o mandar ao Mestre André Lacé – não sei se o fez… – e ao Presidente da FICA - Federação Internacional da Capoeira – para disponibilizá-lo a todos os paises inscritos naquela Federação…
Um grande abraço, obrigado pela consideração e mo enviar. Sucesso!
Leopoldo Gil Dulcio Vaz
leopoldovaz@elo.com.br
Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão
Cadeira 40 – patroneada por Dunshee de Abranches
Este o título de artigo publicado por ROBERTO AUGUSTO A. PEREIRA na revista Recorde: Revista de História do Esporte Volume 3, número 1, junho de 2010
http://www.sport.ifcs.ufrj.br/recorde/pdf/recordeV3N1_2010_16.pdf
Roberto é autor do “livreto” (como ele mesmo o disse, quando do lançamento, e usei o termo quando de uma critica que escrevi sem sentido pejorativo, como alguns capoeiras o desejaram…) RODA DE RUA memória da Capoeira do Maranhão da década de 70 do Século XX, EDUFMA, 2009, 28 p.
Informações relevantes sobre a Capoeira ludovicense. Utiliza-se da monografia do Ms Nelsinho - MARTINS, Nelson Brito. Uma análise das contribuições de Mestre Sapo para a capoeira em São Luís. 58 f. Monografia (Graduação em Educação Física) – Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MA, 2005 – e da de SOUSA, Augusto Cássio Viana de Soares. A capoeira em São Luís: dinâmica e expansão no século XX dos anos 60 aos dias atuais. 72 f. Monografia (Graduação em História) – Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2002; e claro, de seu livro PEREIRA, Roberto Augusto A. Roda de Rua: memórias da capoeira do Maranhão da década de 70 do século XX. São Luís: EDUFMA, 2009.
Além de alguns clássicos. como Rego, Soares, Assunção, Vieira, e artigos de jornais de São Luís, da época do período estudado – anos 60 e 70. Serve-se da história oral, com depoimento de alguns protagonistas da história da capoeira no/do Maranhão…
Lamento que “não conheça” meus estudos sobre capoeira no/do Maranhão… mas isso não invalida seu texto, apenas o enriqueceria…
De qualquer forma, Parabéns, Professor (de História) Roberto por mais este trabalho. Agradeço o envio – ‘apenas’ seis mensagens por diversos canais. Le com entusiasmo e o salvei na Pasta Capoeira – história além de o mandar ao Mestre André Lacé – não sei se o fez… – e ao Presidente da FICA - Federação Internacional da Capoeira – para disponibilizá-lo a todos os paises inscritos naquela Federação…
Um grande abraço, obrigado pela consideração e mo enviar. Sucesso!
Leopoldo Gil Dulcio Vaz
leopoldovaz@elo.com.br
Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão
Cadeira 40 – patroneada por Dunshee de Abranches
jueves, 3 de junio de 2010
1940- BAHÍA
Fotos tomadas de novembro 1940 a maio 1941. Fonte: Lorenzo Turner Collection, Anacostia Museum, Smithsonian Institute, Washington DC.
http://www.arquivoafro.ufba.br/downloads/listar/3
http://www.arquivoafro.ufba.br/downloads/listar/3
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