Norma Seltzer Goldstein
foto:1961-J.Amado y Pastinha.....................Outro aspecto da fusão entre realidade e ficção ocorre nas obras em que pessoas reais tornam-se personagens de romances, como mestre Pastinha, capoeirista famoso que vira um dos melhores amigos do protagonista de A morte e a morte de Quincas Berro Dágua, e Dorival Caymmi, cujos versos embalam o romance Mar morto: “É doce morrer no mar/ nas águas verdes do mar”.
Quincas Berro-Dágua e o garoto grapiúna
Parte I: Deglutindo Quincas
Texto & Cultura - Flora Bender Garcia
7/8/2006
Parte I: Deglutindo Quincas
Texto & Cultura - Flora Bender Garcia
7/8/2006
................Curió usava um velho fraque e a cara pintada para anunciar produtos das lojas da Baixa do Sapateiro. Negro Pastinha ajudava bicheiros na nobre tarefa de vender ilusões. Cabo Martim, exímio no violão, aproveitava a habilidade musical de seus dedos para animar mulheres e tolos – esses, no jogo de baralhos. E Pé-de-Vento, bom na capoeira, também caçava ratos e sapos para vender a cientistas. Os quatro mosqueteiros e mais Quincas eram a alegria solidária do povo.
Leia os outros capítulos do livro: http://veja.abril.com.br/150801/quincas8.html
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